segunda-feira, agosto 9

Análise- Pt 1.

Não é estranho constatar que vivo um impasse entre normais olhos castanhos e exóticos olhos roxos. Não entendeu? Não precisa, já tudo vai além de entendimento. O que cabe agora é saber para onde eu quero ir e para onde estou indo? Não, o que cabe agora é ir além do saber, além da informação absorvida. É pegar esse saber e jogar nos dias, na vida, no maldito cotidiano. O problema, grande problema é que, negar algo para alguém sempre foi muito dificil para minha cabeça que é solícita demais, prestativa demais, atenciosa demais. Tudo que é demais torna-se excedente. Isso está sobrando, não há dúvidas sobre. E, tampouco há certezas. Juro que não consigo encontrar essas danadas! É como se as tais certezas passassem por entre meus dedos e depois se perdessem em meio ao vento.
E, falando em vento, eu vou deixar que ele leve todo o lixo que dias passados me trouxeram. Tive ajudas importantes, de umas duas pessoas importantes, quase três, eu diria. Mas, acho mais justo considerar a primeira informação. Enfim, por conta desses "complementos", me encontro num ótimo estado emocional e bem mais centrada nos meus problemas, minhas "maçãs". Só que isso não tira de dentro de mim o demônio que clama por intensidade e maldade. Estou ruim e sinto isso, sei lá como.
Bom, e não procuro por absolutamente nada, apenas as coisas vão me achando, aos poucos. Talvez eu também esteja viabilizando os encontros tanto quanto viabilizo os desencontros, mas eu não queria pensar nisso agora. É bem mais interessante confabular com a minha cabeça e, ás vezes, com pessoas inteligentes, sobre os desapegos e apegos da vida- "confusões", talvez seja a palavra.
Eu deixei uma porta encostada que alguém vai empurrar, cedo ou tarde. Todos os dias essa porta chama minha atenção, todos os dias ela me convida a ser o que eu preciso ser, ignorando a necessidade aparente de que alguém precisa empurrá-la. Apenas saber que tal empurro acontecerá já está de bom tamanho. No mais, é engraçado: estou vivendo do jeito que eu queria ou do jeito que devo? Bom, não sei se quero a resposta para isso agora.

E há uma lista enorme de coisas que os dias ainda não providenciaram, enquanto há outra, tão grande quanto, de coisas das quais eu já não preciso me aproximar pra saber como são. Está tudo muito claro ou, pelo menos alguma coisa, está.

segunda-feira, agosto 9

Análise- Pt 1.

Não é estranho constatar que vivo um impasse entre normais olhos castanhos e exóticos olhos roxos. Não entendeu? Não precisa, já tudo vai além de entendimento. O que cabe agora é saber para onde eu quero ir e para onde estou indo? Não, o que cabe agora é ir além do saber, além da informação absorvida. É pegar esse saber e jogar nos dias, na vida, no maldito cotidiano. O problema, grande problema é que, negar algo para alguém sempre foi muito dificil para minha cabeça que é solícita demais, prestativa demais, atenciosa demais. Tudo que é demais torna-se excedente. Isso está sobrando, não há dúvidas sobre. E, tampouco há certezas. Juro que não consigo encontrar essas danadas! É como se as tais certezas passassem por entre meus dedos e depois se perdessem em meio ao vento.
E, falando em vento, eu vou deixar que ele leve todo o lixo que dias passados me trouxeram. Tive ajudas importantes, de umas duas pessoas importantes, quase três, eu diria. Mas, acho mais justo considerar a primeira informação. Enfim, por conta desses "complementos", me encontro num ótimo estado emocional e bem mais centrada nos meus problemas, minhas "maçãs". Só que isso não tira de dentro de mim o demônio que clama por intensidade e maldade. Estou ruim e sinto isso, sei lá como.
Bom, e não procuro por absolutamente nada, apenas as coisas vão me achando, aos poucos. Talvez eu também esteja viabilizando os encontros tanto quanto viabilizo os desencontros, mas eu não queria pensar nisso agora. É bem mais interessante confabular com a minha cabeça e, ás vezes, com pessoas inteligentes, sobre os desapegos e apegos da vida- "confusões", talvez seja a palavra.
Eu deixei uma porta encostada que alguém vai empurrar, cedo ou tarde. Todos os dias essa porta chama minha atenção, todos os dias ela me convida a ser o que eu preciso ser, ignorando a necessidade aparente de que alguém precisa empurrá-la. Apenas saber que tal empurro acontecerá já está de bom tamanho. No mais, é engraçado: estou vivendo do jeito que eu queria ou do jeito que devo? Bom, não sei se quero a resposta para isso agora.

E há uma lista enorme de coisas que os dias ainda não providenciaram, enquanto há outra, tão grande quanto, de coisas das quais eu já não preciso me aproximar pra saber como são. Está tudo muito claro ou, pelo menos alguma coisa, está.