E não quero mesmo!
Como já andei dizendo no desabafo "tweetítico" (sim, inventei esse vocábulo agora), não é por falta de respeito ou credibilidade na crença em si e tudo que ela envolve, mas eu não considero interessante já há algum tempo ficar sabendo de várias coisas por outras vias, outros caminhos. Por vários momentos na minha vida eu fiquei ciente de coisas e nem por isso fui poupada de vivê-las. Pensei que isso fosse culpa minha, das minhas escolhas. Pensei certo, em partes. Não posso atribuir a mim mesma tudo de ruim que eu passei, sendo que eu não quis tais coisas. Não seria justo com a minha vontade sempre latente de ser feliz. Não seria justo nem mesmo com quem quer me fazer feliz, não importando quem seja, somente a intenção de tais pessoas.
Quando fico sabendo dessas coisas eu sinto como se não tivesse nenhum controle sobre a minha própria vida e tudo não passasse de um filme que alguém já rodou. Isso me deixa sob uma ira sem igual. Eu não quero, outra porra de vez, saber de coisas das quais o melhor seria exatamente não saber nada, absolutamente nada. Tudo deve ficar por conta dos dias, da minha percepção, da minha vivência. Nada de "avisos prévios" em forma de alerta. Em 22 anos repletos de fiascos, de boas e más experiências, creio eu que já sei direcionar minha vida de forma prática e eficaz pra mim. PRA MIM.
Entendo hoje que viver pelos outros não deve ser levado ao extremo como eu sempre levei. Senti bem mais falta de mim do que de qualquer outra pessoa. Hoje que estou me reencontrando, hoje que me reconheço dentro do que estou sendo, seria o fim da picada precisar considerar situações que o outro me aponta como se tivesse vivido tudo que vivi. Não, ninguém passou por sequer 1% do que eu já passei. Saber o que passei é vago, MUITO vago. Qualquer um precisaria bem mais do que saber para, de fato, fazer com que eu me sentisse cômoda ao falar dos meus rumos, do que ando fazendo da minha vida ou, pior, do que será da minha vida. Assim, me sinto outra coisa: me sinto INCOMODADA.
Me privar de todo o lixo pelo qual tive que passar ninguém me privou, oras! Entendo que até precisei passar por algumas coisas, mas outras foram totalmente desnecessárias e todo mundo sabe disso. No final das contas é necessário apenas que as coisas parem de ser como estão sendo. Eu não preciso de esclarecimentos sobre o futuro, nem sobre o presente e muito menos, MUITO MENOS sobre o passado. O que é extremamente necessário é que eu consiga, como qualquer ser humano consegue, passar pelos dias sem saber o que virá pela frente. Gosto de correr riscos, gosto de não fazer idéia de como vai ser a minha tarde, gosto da sensação que o final de semana me traz sem maiores exigências, gosto de levar um tombo na rua de forma inesperada, gosto de falar besteiras sem ter nada pré- conceituado em mente. Gosto de ser normal, de ter uma vida normal, de fazer coisas normais. O extraordinário deixou de ser sedutor pra mim e se tornou um tormento. Contudo, a partir de hoje, é um tormento com dias contados, assim espero e assim confio.
terça-feira, julho 6
terça-feira, julho 6
Não quero!
E não quero mesmo!
Como já andei dizendo no desabafo "tweetítico" (sim, inventei esse vocábulo agora), não é por falta de respeito ou credibilidade na crença em si e tudo que ela envolve, mas eu não considero interessante já há algum tempo ficar sabendo de várias coisas por outras vias, outros caminhos. Por vários momentos na minha vida eu fiquei ciente de coisas e nem por isso fui poupada de vivê-las. Pensei que isso fosse culpa minha, das minhas escolhas. Pensei certo, em partes. Não posso atribuir a mim mesma tudo de ruim que eu passei, sendo que eu não quis tais coisas. Não seria justo com a minha vontade sempre latente de ser feliz. Não seria justo nem mesmo com quem quer me fazer feliz, não importando quem seja, somente a intenção de tais pessoas.
Quando fico sabendo dessas coisas eu sinto como se não tivesse nenhum controle sobre a minha própria vida e tudo não passasse de um filme que alguém já rodou. Isso me deixa sob uma ira sem igual. Eu não quero, outra porra de vez, saber de coisas das quais o melhor seria exatamente não saber nada, absolutamente nada. Tudo deve ficar por conta dos dias, da minha percepção, da minha vivência. Nada de "avisos prévios" em forma de alerta. Em 22 anos repletos de fiascos, de boas e más experiências, creio eu que já sei direcionar minha vida de forma prática e eficaz pra mim. PRA MIM.
Entendo hoje que viver pelos outros não deve ser levado ao extremo como eu sempre levei. Senti bem mais falta de mim do que de qualquer outra pessoa. Hoje que estou me reencontrando, hoje que me reconheço dentro do que estou sendo, seria o fim da picada precisar considerar situações que o outro me aponta como se tivesse vivido tudo que vivi. Não, ninguém passou por sequer 1% do que eu já passei. Saber o que passei é vago, MUITO vago. Qualquer um precisaria bem mais do que saber para, de fato, fazer com que eu me sentisse cômoda ao falar dos meus rumos, do que ando fazendo da minha vida ou, pior, do que será da minha vida. Assim, me sinto outra coisa: me sinto INCOMODADA.
Me privar de todo o lixo pelo qual tive que passar ninguém me privou, oras! Entendo que até precisei passar por algumas coisas, mas outras foram totalmente desnecessárias e todo mundo sabe disso. No final das contas é necessário apenas que as coisas parem de ser como estão sendo. Eu não preciso de esclarecimentos sobre o futuro, nem sobre o presente e muito menos, MUITO MENOS sobre o passado. O que é extremamente necessário é que eu consiga, como qualquer ser humano consegue, passar pelos dias sem saber o que virá pela frente. Gosto de correr riscos, gosto de não fazer idéia de como vai ser a minha tarde, gosto da sensação que o final de semana me traz sem maiores exigências, gosto de levar um tombo na rua de forma inesperada, gosto de falar besteiras sem ter nada pré- conceituado em mente. Gosto de ser normal, de ter uma vida normal, de fazer coisas normais. O extraordinário deixou de ser sedutor pra mim e se tornou um tormento. Contudo, a partir de hoje, é um tormento com dias contados, assim espero e assim confio.
Como já andei dizendo no desabafo "tweetítico" (sim, inventei esse vocábulo agora), não é por falta de respeito ou credibilidade na crença em si e tudo que ela envolve, mas eu não considero interessante já há algum tempo ficar sabendo de várias coisas por outras vias, outros caminhos. Por vários momentos na minha vida eu fiquei ciente de coisas e nem por isso fui poupada de vivê-las. Pensei que isso fosse culpa minha, das minhas escolhas. Pensei certo, em partes. Não posso atribuir a mim mesma tudo de ruim que eu passei, sendo que eu não quis tais coisas. Não seria justo com a minha vontade sempre latente de ser feliz. Não seria justo nem mesmo com quem quer me fazer feliz, não importando quem seja, somente a intenção de tais pessoas.
Quando fico sabendo dessas coisas eu sinto como se não tivesse nenhum controle sobre a minha própria vida e tudo não passasse de um filme que alguém já rodou. Isso me deixa sob uma ira sem igual. Eu não quero, outra porra de vez, saber de coisas das quais o melhor seria exatamente não saber nada, absolutamente nada. Tudo deve ficar por conta dos dias, da minha percepção, da minha vivência. Nada de "avisos prévios" em forma de alerta. Em 22 anos repletos de fiascos, de boas e más experiências, creio eu que já sei direcionar minha vida de forma prática e eficaz pra mim. PRA MIM.
Entendo hoje que viver pelos outros não deve ser levado ao extremo como eu sempre levei. Senti bem mais falta de mim do que de qualquer outra pessoa. Hoje que estou me reencontrando, hoje que me reconheço dentro do que estou sendo, seria o fim da picada precisar considerar situações que o outro me aponta como se tivesse vivido tudo que vivi. Não, ninguém passou por sequer 1% do que eu já passei. Saber o que passei é vago, MUITO vago. Qualquer um precisaria bem mais do que saber para, de fato, fazer com que eu me sentisse cômoda ao falar dos meus rumos, do que ando fazendo da minha vida ou, pior, do que será da minha vida. Assim, me sinto outra coisa: me sinto INCOMODADA.
Me privar de todo o lixo pelo qual tive que passar ninguém me privou, oras! Entendo que até precisei passar por algumas coisas, mas outras foram totalmente desnecessárias e todo mundo sabe disso. No final das contas é necessário apenas que as coisas parem de ser como estão sendo. Eu não preciso de esclarecimentos sobre o futuro, nem sobre o presente e muito menos, MUITO MENOS sobre o passado. O que é extremamente necessário é que eu consiga, como qualquer ser humano consegue, passar pelos dias sem saber o que virá pela frente. Gosto de correr riscos, gosto de não fazer idéia de como vai ser a minha tarde, gosto da sensação que o final de semana me traz sem maiores exigências, gosto de levar um tombo na rua de forma inesperada, gosto de falar besteiras sem ter nada pré- conceituado em mente. Gosto de ser normal, de ter uma vida normal, de fazer coisas normais. O extraordinário deixou de ser sedutor pra mim e se tornou um tormento. Contudo, a partir de hoje, é um tormento com dias contados, assim espero e assim confio.